AS CINCO CHAVES .
dezembro 22, 2009
PARA APRENDER A LUTAR, O KARATECA TEM QUE DOMINAR AS CINCO CHAVES:
_ DISTÂNCIA.
_ DEAI.
_ TAISABAKI.
_ MIKIRI.
_ ONDA DE MOVIMENTAÇÃO.
Primeiro o karateca descobre o alcance dos seus golpes.
Depois ele aprende a antecipar ataques, desferindo golpes em quem tenta penetrar dentro da sua distância.
Na sequencia o karateca aprende a usar o taisabaki no tempo do deai.
E em seguida ele aprende a sair da distância do golpe desferido pelo adversário, defendendo ou não e a voltar atacando.
E finalmente aprende a reconhecer a onda de movimento e aproveitar o momento que o adversário fica sem deai, para ataca-lo usando sequencias de golpes.
DOMINANDO AS CINCO CHAVES, O KARATECA JÁ SABE LUTAR!
KARATECAS!
dezembro 22, 2009
Ser guerreiro é…
Saber que não existem atalhos para o destino. E que em hipótese alguma, haverá vitória sem luta, e não haverá luta sem adversários.
A derrota, para o guerreiro, nada mais é que o adiamento da inevitável vitória. O Guerreiro é, por natureza própria, perseverante. Pensa em desistir mas não desiste, pensa em fugir mas não foge, pensa em vingança mas não vinga. Se sente medo, nao o deixa domina-lo, tampouco deixa invadi-lo, o conhece apenas para evita-lo. Fazendo a vida valer a pena, tentando sempre, desistindo jamais. Tornando o sonho verdade, o erro em acerto, a barreira em passagem, o desespero em solução. Verdadeiro, simples, decidido e objetivo. Compreende a todos, mesmo sabendo que é incompreendido. Com coragem, através da honra, e pelo Amor, sempre!
TÉCNICAS DE KARATE
dezembro 16, 2009
Os ataques de braço e perna, as defesas e bases do KARATE, podem ser aprendidos rapidamente. Porém, para o aperfeiçoamento dessas técnicas, é necessário treiná-las arduamente por longo tempo, chegando, algumas delas, ser impossível atingir um nível ótimo de performance. Para tanto, o treinamento constante no sentido de auto superação e o conhecimento biomecânico e fisiológico do corpo humano, são fundamentais.
A investigação cientifica serviu para comprovar e aumentar a eficiência e eficácia dos golpes ensinados ao longo dos anos pelos antigos mestres.
Ao considerar a técnica como sendo o procedimento mais racional e econômico para alcançar o objetivo e levar a efeito as técnicas do Karate, faz-se necessário observar alguns aspectos que consideramos fundamentais, que são: Forma, Kime, Quadril e Respiração, que para efeitos didáticos, apresentamos separadamente.
1. FORMA
Conforme Nakayama (1987), a aplicação dos golpes com postura adequada é fundamental pois, no momento do impacto, se produz um forte contra-impacto (Ação e Reação, terceira lei de Newton), que para suportá-lo é importante a firmeza das articulações.
Para a obtenção do máximo de potência, é necessário ter equilíbrio e estabilidade, o que é alcançado com uma forma ou postura correta. Consideramos forma correta o posicionamento equilibrado do corpo desde a base de sustentação ate o ponto de contato com o adversário.
Quanto à base, é importante ter-se em conta que ao abaixar muito o centro de gravidade (base excessivamente longa), alcança-se maior equilíbrio, mas re-duz-se a imobilidade. Portanto1 é importante a utilização de uma base firme, porém elástica, que possibilite deslocamentos rápidos sem comprometimento do equilíbrio e da estabilidade.
2. POTÊNCIA ou “KIME”
Para dominar o adversário, o karateca utiliza-se da energia produzida por sua musculatura. Segundo Nakayama (1987, p.16), a força eficaz no Karate é a força veloz (potência) “… aquela que se acumula com a velocidade”(…) “a força que a velocidade consegue concentrar no momento do impacto”.
Uma coordenação ótima entre a musculatura agonista (a que realiza o movimento) e a antagonista é importante para que haja velocidade na execução da técnica. Além disso, o aproveitamento máximo da trajetória e a concentração da força (contração de todo o corpo) no momento do impacto, são fundamentais para levar a efeito as técnicas do Karate.
Um ponto a destacar é que o excesso de contração durante a execução do golpe, diminui a sua velocida-de, diminuindo a potência final. Para reagir mais rapidamente, o karateca deve estar com a musculatura relaxada e em alerta.
A contração máxima de todo corpo deve ser apenas na finalização do golpe, durante uma fração de segundo. Ela é a responsável pelo aumento da estabi-lidade das articulações para resistir ao impacto e contra-impacto.
3. USO DA CINTURA PÉLVICA OU “QUADRIL”
Elo de ligação dos membros inferiores ao restante do corpo, o quadril tem participação significativa nas técnicas de ataque e de defesa.
A cintura pélvica produz, em movimento de rotação, grande força centrífuga. Unindo a essa, a velocidade de membros superior ou inferior, multiplica-se a potência do golpe. “…no Karate-do. Os ataques tanto de braço como de perna, se realizam com o quadril e igualmente as defesas” (Nakayama,1987, p.18).
O encaixe do quadril ou retroversão da pelve, é responsável pela manutenção do tronco ereto, em posição de equilíbrio, evitando gasto desnecessário de energia.
4. RESPIRAÇÃO
Nos referimos aqui ao processo de entrada e saída do ar dos pulmões para troca de gases, atendo-nos à importância das fases de inspiração e expiração, na aplicação dos golpes de KARATE.
A execução do golpe é precedida pela inspiração normal. No instante do impacto realiza-se uma expiração forçada buscando a energização do tanden. A expiração forçada ocorre pela forte contração dos músculos do abdômen e tórax (interceptais internos) e coincide com o momento em que todo corpo deve estar cooperando para potencializar ao máximo o kime, aumentando a estabilidade das articulações e equilíbrio corporal na aplicação do golpe.
5. KARATE SHOTOKAN – TÉCNICAS BÁSICAS
5.1. BASES
[bases do karate]
Através das técnicas básicas ou fundamentos, inicia-se o estudo do Karate. São movimentos de fácil aprendizado que devemos aperfeiçoar ao longo de vários anos de treinamento vigoroso e constante, a fim de alcançar maior eficiência.
A forma correta de execução das técnicas proporciona melhor estabilidade articular para suportar o contra-impacto decorrente da aplicação das mesmas (tsuki e keri principalmente), aumentando o equilíbrio e possibilitando a rápida troca de posição do centro de gravidade. O que facilita a passagem de um movimento para outro em grande velocidade.
Uma boa base, favorece o trabalho harmonioso de todo o corpo para a ampliação da potência dos golpes. Um ataque ou defesa forte é conseguido somente pela execução de bases corretas. Eles dependem de equilíbrio, liberdade para o giro do quadril, velocidade e força, que são necessários à realização do movimento. Eles dependem também da cooperação dos músculos agonistas e antagonistas (coordenação da contração/descontração muscular) para alcançar uma forma firme e estável.
Cada base tem um objetivo e deve ser treinada corretamente. A descaracterização da base para torná-la mais confortável, reduz ou elimina a eficiência das técnicas de ataque ou defesa e desacelera ou estagna o progresso do praticante.
Bases mais utilizadas:
5.1.1. SHIZEN-TAI – Posição natural. Pernas estendidas, corpo ereto e relaxado, uti-lizando-se o mínimo de gasto de energia para mantê-lo nesta posição. Pode-se passar facilmente a posição de ataque ou defesa. Engloba diversas formas diferenciadas pela disposição dos pés.
Renoji-dachi- pés em L, calcanhares alinhados com distancia de aproximadamente um pé entre eles.
Heiko-dachi – pés paralelos, alinhados, mantendo a distancia da largura do quadril para as mulheres, ou do ombro para os homens.
Heisoku-dachi – pés unidos, calcanhares e pontas dos pés tocam-se ligeiramente.
Musubi-dachi – pés abduzidos, os calcanhares se tocam.
5.1.2. ZENKUTSU-DACHI – Posição avançada. Muito eficiente para trabalhar a força para frente nos ataques. É também utilizada nas defesas.
- Os pés afastam-se no plano sagital em aproximadamente 80cm e lateralmente na largura do quadril, com toda a planta no chão. A ponta do pé da frente dirige-se para frente ou ligeiramente para o interi-or, enquanto o pé de trás dirige-se para frente o máximo possível.
- O joelho da perna da frente deve estar flexionado e o da perna de trás estendido. Ambos encontram-se contraídos para fora. Traçando uma linha perpendicular do joelho ao chão, esta deve situar-se ao lado da base do hálux (dedão).
- 60% do peso do corpo são sustentados pela perna da frente, os 40% restantes, pela perna de trás.
- 0 tronco permanece perpendicular ao chão e for-tenente assentado sobre o quadril em retroversão (quadril encaixado).
5.1.3. KOKUTSU-DACHI – Posição recuada. É uma postura muito forte, sendo bastante eficaz para defender ou esquivar para trás ou obliquamente e trocar rapidamente para zenkutsu-dachi no contra-ataque.
- Os pés encontraram-se alinhados e afastados no plano sagital em aproximadamente 80cm. 0 pé de trás, apontado para o lado, suporta sobre toda planta 70% do peso do corpo, enquanto o pé da frente, apontado para frente, suporta os 30% restantes. Ambos, formam aproximadamente um ângulo de 90 graus entre si.
- O joelho da perna de trás dobra-se para o lado e contrai-se fortemente para fora. Uma linha perpendicular ao chão, deve passar pelo meio do joelho e cair ao lado da base do hálux. O joelho da perna da frente acha-se ligeiramente flexionado e apontado para adiante.
- O quadril encaixado assenta o tronco perpendicular ao chão.
5.1.4. KIBA-DACHI – Posição de cavaleiro. É uma postura muito forte para a aplicação de golpes para os lados. Seu nome é devido à semelhança com a posição de cavalgar.
- Os pés se afastam no plano frontal em aproximadamente 80 cm, mantendo-se alinhados e paralelos. Aderem fortemente ao chão com toda planta.
- Os joelhos dobrados para frente com contração para fora, de forma que a linha perpendicular caia ao lado da base do hálux.
- O peso do corpo divide-se igualmente entre as duas pernas.
- A retroversão do quadril é importante na manutenção do equilíbrio. O tronco deve manter-se perpendicular ao chão.
5.2. TSUKI – Ataque direto – soco
[técnicas de punhos 1]
[técnicas de punhos 2]
São golpes muito aplicados, de grande eficiência, que podem derrubar o oponente com um só impacto.
Realiza-se estendendo o cotovelo, flexionando o ombro e girando o antebraço 180 graus para o interior, aplicando a força com as segunda e terceira articulações metacarpofalângicas (seiken). Partindo da altura do quadril, a mão percorre trajetória retilínea até atingir o objetivo. O antebraço, cotovelo e braço passam rente ao corpo.
A extensão da perna de trás, empurrando o solo com o pé transforma o impulso em força horizontal que é transmitida ao quadril, se conecta aos ombros e chega ao braço.
O poder gerado pela rotação do quadril, utilizando a coluna vertebral como eixo de giro, une a ele os ombros em seu impulso centrífugo, aumentando a força e a velocidade do ataque, a qual, por sua vez, se multiplica pela extensão súbita do braço de ataque e simultânea recolhida do braço oposto.
Assim, impulso e giro do quadril, extensão do braço de ataque e recolhimento do braço oposto, cooperam para que se alcance a força resultante da velocidade.
Ao executar um tsuki o corpo deve estar relaxado, contraindo somente a musculatura necessária à obtenção de uma força veloz. Apenas no momento do impacto, todo corpo coopera para concentrar a força ao máximo.
5.2.1. GYAKU-ZUKI – Soco inverso. Braço contrário ao pé da frente.
5.2.2. OI-ZUKI – Soco andando. Braço correspondente ao pé que deslocou à frente.
5.2.3. MOROTE-ZUKI – Socos simultâneos. Braços paralelos horizontais ou verticalmente.
5.2.4. DAN-ZUKI – Socos consecutivos com o mesmo punho.
5.3. KERI – Ataque de perna – pontapés
O pontapé é um dos fundamentos do Karate. Quando se aprende sua execução corretamente, consegue-se obter uma potência muito superior ao tsuki.
Ao realizar um ataque sustenta-se o peso do corpo sobre um pé de apoio, que deve assentar-se firmemente no solo com toda a planta, mantendo tornozelo e joelho ligeiramente flexionados e contraídos, a fim de suportar o choque originado pelo impacto. O joelho da perna de ataque é elevado flexionado, diminuindo o braço de alavanca, para alcançar, quando da sua extensão, maior velocidade.
É importante ter em mente que não é unicamente o pé que golpeia, mas que se deve projetar o quadril, tomando todo o corpo o sentido do ataque. Também deve ter-se em conta que após a finalização do pontapé, o pé deve ser recolhido rapidamente para que não seja agarrado, e para voltar a uma posição de maior equilíbrio, a fim de executar a técnica seguinte.
A força do ataque depende da longitude do arco da execução, da velocidade com que se percorre este arco (flexão ou extensão da coxofemoral + extensão do joelho) e da contração muscular no momento do impacto.
5.3.1. MAE-GERI – Pontapé frontal.
O joelho da perna de ataque passa rente ao joelho da perna de apoio e o pé de ataque rente e acima deste. O quadril desloca-se horizontalmente duran-te todo o movimento, atingindo-se o objetivo com a base inferior dos dedos.
5.3.2. YOKO-GERI – Pontapé lateral.
Eleva-se o joelho da perna de ataque passando com o pé rente a perna de apoio, apontado para frente ou para a lateral do corpo. A ponta do pé virada para frente e o bordo externo para baixo e paralelo ao chão, descreve urna trajetória em arco. Atinge-se o objetivo com o bordo externo do pé.
5.3.3. MAWASHI-GERI – Pontapé circular.
Eleva-se o joelho lateralmente, bem flexionado, colocando a perna paralela ao chão, com o pé apontando para o lado e a planta virada para trás. A coxa descreve um círculo amplo. O quadril deve acompanhá-la nessa trajetória, até a finalização do movimento com a extensão do joelho. 0 ponto para impacto pode ser à base dos dedos ou o dorso do pé.
5.4. UKE WAZA – Técnicas de defesa
A defesa é um dos fundamentos mais importantes. Uma falha na sua execução pode ser fatal.
Deve-se identificar corretamente a direção do ataque para realizar uma defesa adequada a ele. O recolhimento do braço contrário, o giro do quadril e a rotação do antebraço aumentam a potência da defesa, desviando-o mais facilmente.
Para aumentar a resistência da defesa, deve-se concentrar a força no músculo grande dorsal, colocando o cotovelo próximo ao corpo e na altura da orelha (age-uke) e aproximando o cotovelo até um punho (10cm) de distância do corpo (chudan-uchi-uke, soto uke, shuto-uke).
Se a defesa ultrapassa os limites do corpo, não se pode concentrar a força no grande dorsal, nem realizar um rápido contra-ataque. As técnicas de defesa devem ser finalizadas em uma posição adequada, aumentando sua eficiência e facilitando a execução da técnica seguinte.
5.4.1. AGE UKE – Defesa alta.
O antebraço desloca-se de baixo para cima descrevendo um arco na frente do corpo. A mão pára a 10cm da testa com a palma girada para frente, e o antebraço em posição oblíqua. No momento do impacto com o golpe do adversário, deve-se apertar fortemente a mão, contraindo os músculos do antebraço em cooperação com todo o corpo.
5.4.2. SOTO-UKE – Defesa média para dentro.
Eleva-se a mão até a altura da orelha, colocando o braço paralelo ao chão e ligeiramente para trás. Deste ponto inicia-se uma rotação descendente até atingir o cotovelo, antebraço e punho, verticalizados no plano sagital, a linha mediana do corpo. Antebraço e braço formam um ângulo reto. Finaliza-se com a palma da mão girada para o peito, na altura do ombro.
5.4.3. UCHI-UKE – Defesa média para fora.
O antebraço que defende traça um arco desde a axila do braço oposto. Desloca-se o punho para o exterior, baixando o cotovelo até que este se aproxime das costelas. O antebraço gira, colocando a palma da mão virada para o peito, na altura do ombro.
5.4.4. GEDAN-BARAI – Defesa baixa.
Eleva-se o braço para colocar o punho junto à orelha do lado oposto, com a palma da mão virada para ela. Deste ponto baixa-se e estende-se o cotovelo até que o punho esteja aproximadamente 15cm acima do joelho. É uma defesa eficiente contra os ataques ao abdome, golpeando o golpe do adversário. Finaliza-se com o cotovelo totalmente estendido e a palma da mão virada para trás.
PICARETAGEM NO KARATE
dezembro 16, 2009
Existem dois tipos de picaretagem no karate, aquela onde o karateca usa de diplomas falsos para se dizer um mestre e com isso ganhar respeito e dinheiro, e aquela onde o diploma é verdadeiro mas o karateca é falço e usa dessa legalidade para ganhar respeito e dinheiro.
Dessas duas picaretagem acho que a pior é a do diploma verdadeiro, pois as confederações habilitam o picareta, baseado em critérios políticos e econômicos, e ele sai dando uma de melhor do que aqueles que mesmo sem respaldo, são karatecas verdadeiros, que treinam todos os dias há décadas.
Para mim, confederações de karate são como igrejas, cada uma se diz a dona da verdade.
Ninguém precisa de diploma para saber karate, pois quando o Tode era treinado em Okinawa, nem faixa existia.
Karate está é no cérebro e não na cintura.
Quantos e quantos “mestres” oficialmente graduados estão por aí só dando aula comercialmente, que não treinam e nem lutam por medo de perder para um aluno?
E o pior, é que esses picaretas oficialmente graduados ainda ficam esperando o tempo passar para pegar mais dans ainda.
Mas o mundo é assim mesmo, e assim como na religião, o que estraga nosso karate é o COMÉRCIO!
O sentido da vida
dezembro 15, 2009
Qual o sentido da vida?
Essa pergunta foi feita inúmeras vezes, por inúmeras pessoas, durante a história da humanidade.
Eu também me faço essa pergunta e medito sobre a sua resposta.
O sentido da vida não pode ser viver ou existir, pois a morte nos mostra que isso é temporário.
O sentido da vida não pode ser ter família, pois a reprodução e a manutenção dos filhos só vai resultar na continuidade de uma humanidade mortal.
O sentido da vida não pode ser o de enriquecer, porque isso só pode proporcionar meios para continuarmos nossa jornada em direção a morte.
O sentido da vida não pode ser a saciedade dos instintos animais, pois essa satisfação só vai tornar mais confortável essa nossa jornada em direção da morte.
O sentido da vida não pode ser o poder, pois o poder acaba quando morremos.
O sentido da vida não pode ser o aperfeiçoamento humano, pois nossa condição de pecadores não nos deixa sermos perfeitos
O sentido da vida não pode ser o aperfeiçoamento religioso, nem a ganho da salvação, pois de novo nossa condição de pecadores não nos deixa seguir a lei de Deus.Nem pode ser ter fé em Deus, pois Jesus nos ensinou que a fé sem obras é morta e fazer a obra é amar como ele nos amou.
Se a salvação estivesse dependendo das nossas escolhas, como dizem os religiosos, Deus daria as mesmas condições materiais e emocionais a todos, pois nossa mente é fruto do meio físico e psicológico que vivemos,(para explicar essa desigualdade é que alguns religiosos teorisam a reencarnação e o karma), mas Deus é justo e não faz ascepção de pessoas.
Será que o sentido da vida é descobrir que a vida não tem sentido, e aí sabermos que essa vida não é a verdadeira?
Desconfio que ao sabermos que essa vida é falça, e que nossa condição de pecadores nos afasta da vida verdadeira,nós descobrimos o sentido da vida…
Essa vida é só a prova a ser apresentada no seu julgamento, ela prova para você mesmo que você não é digno de viver a vida verdadeira. Ela prova que longe da tutela divina, você não é bom.
E Deus é amor, e seu mundo, o mundo verdadeiro, só pode ser habitado por criaturas que sejam feitas à imagem de semelhança de Deus; criaturas de puro amor.
Mas calma! Nao se desespere, pois lembre-se que Deus é amor e é onipotente, e ele mandou seu filho unigênito nos dar o recado que ele nos ama imerecidamente e quer que voltemos para o mundo dele.
E que vergonha…
Matamos o filho dele…
E como Deus é oniciente, ele sabia que faríamos isso.
COMO ELE NOS AMA IMERECIDAMENTE…
-
A RELIGIÃO DO KARATECA
setembro 21, 2009
POR UM JUSTO!
Abraão, quando falava com Deus sobre a distruição da cidade de Sodoma, perguntou se Deus pouparia a cidade por causa de 50 justos, e Deus respondeu que sim.
Depois Abraão foi perguntando até chegar a 10 justos, e Deus afirmou que por causa de 10 justos ele pouparia a cidade.
Se Abraão tivesse tido coragem de continuar perguntando, e conhecendo o amor de Deus, acredito que Deus diria que por um justo ele salvaria a cidade.
E ainda bem que eu vivo em um mundo onde um justo já nasceu , viveu e morreu por não ter feito a vontade política e religiosa do povo.
Graças a esse justo, serei poupado imerecidamente.
Deus poupará esse mundo chamado Sodoma, graças a um que obedeceu os mandamentos de Deus, ao ponto de ser chamado o filho de Deus, e como tal, herdou os perdidos, os mortos, como assim ele chamava aos homens.
Como filho de Deus , ele nos resgatou da consequência do nosso pecado, a morte!
HISTÓRIA DA MINHA FEDERAÇÃO
setembro 9, 2009
http://www.karatesemicontato.com/historico.html
SITE DA MINHA FEDERAÇÃO
setembro 9, 2009
www.karatesemicontato.com -
VOCABULÁRIO JAPONÊS/PORTUGUÊS
setembro 2, 2009
A:
AGE UKE: Bloqueio ascendente.
AGE ZUKI: Socar para cima.
AI: Harmonia, chegar juntos, unificação, integração
AI HANMI : Parceiros frente à frente, ambos com o mesmo pé adiantado.
AIKI:Combinação de duas (ou mais) energias, harmonização, integração.
AI-UCHI: Ataque simultâneo, destruição mútua
AKA:VermelhoAKA (SHIRO)
IPPON: Ponto para Aka(vermelho).
AKA (SHIRO) NO KACHI: Vitória para AKA
AME-NO-UKIHASHI : A ponte flutuante do céu”; simboliza o elo entre os reinos espiritual e material da existência.
ARIGATO GOZAIMASHITA: “Muito obrigado”, expressão japonesa utilizada entre instrutores e estudantes ao final do treino.
ASHI: Perna ou pé.
ASHI BARAI: Varrer com o pé.
ASHI WAZA: Técnicas de pernas.
ATEMI: Golpe, uma pancada direcionada à um ponto anatômico frágil; usado defensivamente no Aikido.
ATEMI WAZA: Técnicas de golpear.
ATENAI YONI: Advertência por uma infração menor.
ATOSHI BARAKU: Limite de 30 segundos para término da uma luta.
AWASE: Combinar; atrair a ação do parceiro iniciando a execução da técnica.
AWASE UKE: Defesa com as mãos unidas.
ZUKI: Mesma coisa que MOROTE ZUKI.
AYUMI ASHI: Caminhar, marchar.
AYUMI DACHI: Base natural com o peso no centro de gravidade, ITOSU-KAI SHITO-RYU.
B:
BANZAI: Vitória. “Viva”, “oba”, “arre”, “hurra”, etc.
BO: Bastão longo com aproximadamente 6 pés.
BOKKEN: Espada de madeira.
BUDO: Disciplinas marciais do Japão moderno.
BUDOKA: Praticante de arte marcial.
BUJUTSU: Artes marciais japonesas clássicas.
BUNKAI:Estudo das técnicas e aplicações do KATA
BUSHIDO:Código dos guerreiros do período clássico no Japão.
BUSHIN: “Espírito marcial,” o nível mais alto de maestria nas artes marciais.
C:
CHA: Marrom.
CHIISAI: Pequeno.
CHIKARA: Emprego da força.
CHOKU ZUKI: Soco direto.
CHUDAN: Posição intermediária ( das mãos, espada, etc.).
CHUDAN ZUKI: Soco a altura média.
D:
DACHI: Colocação, posição.
DAN: Graduação; no Karatê a graduação dos faixas pretas vai de shodan (1o grau) à judan (10o grau).
DANKYU: Sistema de graduação de Karatê moderno. Data de 1887 para frente. Baseado no modelo militar de atribuição de Graus.
DANTAI: Membro, grupo, reunião.
DESHI: Discípulo.
DO: Caminho, vereda filosófica, um modo de vida.
DO-GI: Uniforme de treinamento usado por praticantes de artes marciais.
DOJO: Academia. Literalmente “lugar de iluminação”
DOMO ARIGATO GOZAIMASHITA: Forma Japonesa de “Muito obrigato”, ao término de uma aula é formal agradecer ao instrutor e esse aos alunos.
DORI: [também pronunciado tori] Pegar, segurar.
DOSA: Movimentos básicos; mais comumente kihon-dosa .
E:
EKKU: Um remo de madeira usado em Okinawa como arma.
EMPI: Cotovelo
EMPI UCHI: Pancada com o cotovelo
ENBUSEN: Linha de atuação
ENCHO-SEM: Prorrogação de uma luta, a qual reicia quando o Referee comanda “SHOBU HAJIME.”
EN-NO-IRIMI: Entrada circular; entrar atrás de um ataque e controlá-lo num movimento circular.
F:
FUDO DACHI: Posição imutavel, firme.Semelhante
SOCHIN DACHI.FUDO-NO-SHISEI: Postura “Imutável” ( firme e equilibrada).
FUDO-SHIN: “Espírito Imutável”; atitude mental inexpugnável.
FUKUSHIDOIN: Instrutor de primeiro nível.
FUKUSHIN SHUGO: “Reunião dos Judges”
FUMIKOMI: Chute em forma de pisão, normalmente ao joelho ao pé.
G:
DACHI: O mesmo que TSURU ASHI DACHI e SAGI ASHI DACHI.
GARAMI: Deter, enfaixar, envolver, imobilizar.
GASSHUKU: Período intenso de treino durando vários dias. Em português poderia ser traduzido por “retiro”.
GEDAN: Posição de nível inferior (da espada, bastão,etc).
GEDAN BARAI: Bloquear varrendo, por baixo.
GEDAN UDE UKE: Bloquear com antebraço para baixo.
GEDAN ZUKI: Socar para baixo.
GEIKO: Exercício, forma de treinamento.
GI: Uniforme usado na prática de artes marciais japonesas, vulgarmente denominado Kimono
GODAN: Faixa preta 5o Dan.
GOHON KUMITE: Forma de kumitê para iniciantes. Deslocamento de 5 passos, usando técnicas de ataque e defesa básica.
GOKYO: Técnica de imobilização número cinco.
GO NO SEM: Técnica de permanecer na defensiva, para contra atacar.
GOMEN: Desculpa (por exemplo, ao se retirar do Dojô).
GYAKU-HANMI: Posição reversa na qual os parceiros tem o pé oposto à frente.
GYAKU MAWASHI GERI: Chute circular invertido.
GYAKU ZUKI: Soco invertido.
H:
HACHIDAN: Faixa preta 8o Dan.
HACHIJI DACHI: Posição natural com os pés na largura dos ombros, pontas ligeiramente voltados para fora.
HACHI-MAKI: Pano para a cabeça.
HAI: “Sim”.
HAISHU UCHI: Pancada usando as costas da mão.
HAISHU UKE: Defesa usando as costas da mão.
HAITO UCHI: Pancada usando a faca interna da mão.
HAJIME: “Comando para iniciar , Kata, ou Kumite.
HAKAMA: “Saia-calça” samurai usada por praticantes de Aikido e Kendo.
HANGETSU: Kata avançado.
HANGETSU DACHI: Base em forma de meia lua.
HANMI: Posição triangular.
HANMI-HANDACHI: Técnicas nas quais o nage fica sentado e o uke em pé.
HANSHI: “Mestre”, Um título dado aos faixas pretas de mais alta graduação de uma organização e significa que este tem a compreensão total daquela arte.
HANSOKU: Penalidade por uma Infração grave, a qual eleva a pontuação do oponente a SANBON.HANSOKU CHUI: “Penalidade por uma infração média, na qual se dá IPPON para o oponente.
HANTAI: Reverso, oposto.
HANTEI: “julgamento feito pelos Refer, para uma situação de luta indefinida.
HARA: Região da barriga, três dedos abaixo e acima do umbigo, sede do KI, energia interior
HARAI TE: Técnica longa de braço.
HARAI WAZA: Técnicas longas.
HENKA-WAZA: Técnicas explorando variações possíveis.
HEIAN: Movimento formal (ver kata).
HEIKO DACHI: Posição natural na qual os pés ficam a largura dos ombros, com as pontas voltadas para frente.
HEIKO ZUKI: “Soco emparelhado”(Soco duplo simultâneo).
HEISOKU DACHI: Posição natural, pés juntos voltados para frente.
HIDARI: Esquerda.
HIJI: Cotovelo, tambem chamado de EMPI.
HIJI ATEMI: Golpe com o cotovelo.
HIJI UKE: Bloqueio ou defesa com o cotovelo.
HIJI-ATE: Cotovelada tambem chamado de EMPI-UCHI
HIKITE: Puxada de mão
HIKIWAKE: “Empate no kumite”. Juiz mostra as mãos palmas para cima, na lateral.
HITOSASHI IPPON KEN: Junta do dedo indicados, o mesmo que IPPON KEN.
HIZA GERI: Joelhada
HIZA UKE: Bloqueio usando o joelho.
HOMBU DOJO: Termo que se refere a Dojo central.
HORAN NO KAMAE: Posição de prontidão, KAMAE, usado em kata onde uma mão cobre a outra.
I:
IAI-DO: A arte de desembainhar e cortar com a espada.
IIe: Não, negação.
IKI: Respiração; o ato físico de respirar.
INASU: Evasão de um ataque somente desviando o corpo da linha de ataque.
KEN: Golpe com a junta da segunda falange do dedo anular
IPPON KUMITE: Luta de um passo.
IPPON NUKITE: Golpe de punhalada usando apenas um dedo estendido.
IPPON SHOBU: Luta de um ponto, usado em torneios.
IRIMI: Penetrar, entrar. Situação de luta muito próxima em que se desvia a defesa ou ataque do oponente para entrar.
J:
JIKAN: “tempo”.
JIN-NO-KOKYU: A respiração do ser humano; o terceiro estágio da meditação com respiração.
JIYU IPPON KUMITE: Luta de um ataque, usando qualque técnica e anunciando qual vai ser.
JIYU KUMITE: luta livre.
JIYU-WAZA: Técnicas livres.
JO: Bastão de madeira de 120 cm ( 4 pés).JODAN: Posição de nível superior ( da espada, bastão,etc).
JO-DORI: Técnicas para desarmar um oponente armado com bastão.
JOGAI: “Sair da área de luta”.
JOGAI HANSOKU CHUI: Terceira saida da área de luta. Dá NIHON ao oponente
JOGAI HANSOKU: Quarta saida da área de luta. Dá a vitória ao oponente.
JOGAI KEIKOKU: Segunda saida da área de luta. Da WASA-ARI ao oponente.
JO-TAI-KEN: Treinamento de bastão contra espada.
JU: O principio da flexibilidade; o aspecto salgueiro das técnicas e da filosofia do Aikido.
JUDAN: Faixa preta de décimo Dan (o maior grau concedido).
JUDO: Sistema de arte marcial moderno criado por Jigoro Kano (1860-1938).
JUJI UKE: Bloqueio em X.
JUJUTSU: Sistemas japoneses de combate desarmado.
JUN ZUKI: O termo usado na WADO RYU para OI-ZUKI.
JUTSU: Técnica. Denominava as artes marciais de combate (Jujutsu, Kenjutsu, Karate-jutsu)
K:
KACHI: Vitorioso. (por exemplo, AKA KACHI) em torneios.
KAGI ZUKI: Soco em gancho,(Jion).
KAISHO: Mão aberta, se refere aos movimentos com a mão aberta ou que o punho não esteja completamente fechado.
KAKEJIKU: Um pergaminho pendente.
KAKE-TE: Bloqueio ou defesa em gancho. (BASSAI-DAÍ)
KAKIWAKE: Bloqueio duplo frontal , com a parte externa do pulso, para um ataque como agarramento.
KAKUSHI WAZA: “Técnicas secretas.”
KAKUTO UCHI: Golpe com a partes externa do pulso, também conhecido como “KO UCHI.”
KAKUTO UKE: Defesa com a partes externa do pulso, também conhecido como KO UKE.
KAMAE: Atitude; postura “combativa”.
KAMAE-TE: Comando dado pelo instrutor para o aluno entrar em posição de guarda.
KAMI: Deus, divindade, espírito divino, inspiração sagrada, anjo guardião, ser humano iluminado.
KAMIZA: A parte do dojo onde pergaminhos, fotografias do fundador, e outras coisas, são mostradas.
KANSHA: Gratidão profunda e sincera.
KAPPO: Tecnicas de ressuicitar pessoas que sucumbiram a um choque ao sistema nervoso.
KARATE: Sistema de arte marcial moderno originado em Okinawa, introduzido ao mundo por Gichin Funakoshi (1868-1957).
KARATE-DO: Caminho das mãos vazias. Modo de vida do Karate. Isto não só implica o aspecto físico de Karate, mas também os aspectos mentais e sociais de Karate.
KARATEKA: O praticante de Karate.
KATA: “Forma Padrão,” tipos de prática pré-determinados usados como veículo de aprendizado.KATAI: Rígido, duro, imóvel.
KATA-DORI: Ser segurado na região do ombro.
KATATE-RYOTE- -DORI: Ser segurado por uma mão.
KATATE-RYOTE- DORI: Ter o braço segurado por duas mãos.
KEAGE: Chutar para cima.
KEIKO: Treinando. O único segredo para o sucesso em Karate.
KEIKOKU: Advertência
KEKOMI: Pontapé em forma de punhalada.
KEMPO: Termo usado para descrever sistemas de lutas que usam o punho. Nesta consideração, KARATE também é KEMPOKEN: Espada.
KENDO: Esgrima moderna japonesa, praticada principalmente como um esporte competitivo.
KENSEI: Técnicas com KIAI silencioso. Relacionado a meditação.
KENTSUI: o mesmo que
TETTSUI.KENTSUI UCHI: golpe de maretelada
TETTSUI UCHIKERI: pontapé.KI: [Chi em chinês] Energia vital, força da vida; também o aspecto do ki relativo as técnicas e a filosofia do Aikido.
KIAI: Grito penetrante; aplicação da técnica com emprego total da força espiritual. grito libertado com o propósito de focalizar toda a energia em um único momento, manifestação de KIME
KIBA DACHI: Base mais estável, montado no cavalo. Também conhecido NAIFANCHI ou NAIHANCHI DACHI.
KIHON: Técnicas básicas.
KIKAI TANDEN: O centro físico e espiritual do ser humano, localizado a, mais ou menos, cinco centímetros abaixo do umbigo.
KIKEN: “Renuncia.” O arbritro aponta um dedo para o concorrente
KIME: foco de potência; arremate; finalização
KI-NO-NAGARE: Técnicas fluídas.
KIMUSUBI: O elo do ki, a mistura de energias.
KI-O-TSUKE: “Atenção”. Posição em que o lutador está em Musubi Dachi.
KIZAMI ZUKI: Soco com a mão que está a frente alongando.
KO BO ICHI: O conceito de “conexão” de Ataque-defesa.
KO UCHI: Golpe com a parte externa do pulso, também conhecido como KAKUTO UCHI.
KO UKE: Defesa com a parte externa do pulso, também conhecido como KAKUTO UKE
KOHAI: Júnior; alguém com menos experiência; ao contrário de Sempai.
KOKEN: Articulação do pulso das costas da mão.
KOKORO: “Espírito, Coração”. Na cultura japonesa, o espírito mora no coração
KOKUTSU DACHI: Posição ou base em que 70% do peso permanece atrás.
KOKYU: O sopro da vida, sopro vital do cosmos; tecnicamente, “boa harmonia.”
KOKYU-HO: Exercícios especiais para desenvolver o poder da respiração.
KOKYU-ROKU: Poder da respiração com algo distinto do poder físico puro.
KOKYU-UNDO: Exercícios de movimentos respiratórios, realizados sentados ou em pé.
KOSA DACHI: Posição em que as pernas estão cruzadas.
KOSHIN: Traseiro.
KUATSU: O método de ressuscitar uma pessoa por perdeu os sentidos devido a estrangulamento ou choque.
KUDEN: “Ensinamentos secretos,” transmitidos oralmente; implica numa transmissão direta, pessoa-a-pessoa, coração-a-coração.
KUMADE: Pata de urso. Todos os dedos.
KUMANO: Distrito antigo na prefeitura de Wakayama, considerado o centro da espiritualidade japonesa.
KUMI: Ataque, pegar, agarrar.
KUMI-JO: Treino de bastão com parceiro.
KYO: Conjunto de técnicas.
KYU: graduação de faixas inferior a preta
KYUDAN: Faixa preta de nono grau.
KYUSHO WAZA: Técnicas de pontos de pressão.
M:
MA-AI: Intervalo correto entre os parceiros; distanciamento perfeito.
MAKIWARA: alvo de treinamento feito de palha
MANDALA: Diagrama sagrado; mapa cósmico.
MASAKATSU AGATSU: “Verdadeira vitória é auto-vitória,”
MEN-UCHI: Golpe em direção a cabeça ou face.
MIGI: Direito(a).
MISOGI: Purificação do corpo e da mente.
MOKUSO: meditação
MUNADORI: Ser segurado na região do peito.
MUSHIN: Estado de integração entre a mente e o corpo no qual a mente acha-se livre de ilusões
MAAI GA TOH: distancia não formal (incorreta)
MAE: Frente.
ASHI GERI: Chutando com a perna dianteira
MAE EMPI: golpe de cotovelo para frente.
MAE GERI KEAGE: Pontapé repentino dianteiro. Também MAE KEAGE.
MAE GERI KEKOMI: Pontapé dianteiro profundo. Também MAE KEKOMI.
MAE UKEMI: técnica para frente.
MAKOTO: Um sentimento de sinceridade absoluta e franquesa total que requer uma mente totalmente livre de pensamentos.
MANABU: Método de aprender imitando e seguindo o instrutor
MANJI UKE: Bloqueio ou defasa dupla, onde um braço executa GEDAN BARAI para um lado, enquanto o outro executa JODAN UCHI UKE (ou JODAN SOTO YOKO TE).
MATTE: “Espera”.
MAWASHI EMPI UCHI: Cotovelada circula também conhecido como MAWASHI HIJI ATE.
MAWASHI GERI: Chute circular.
MAWASHI HIJI ATE: Cotovelada circula também conhecido como MAWASHI EMPI UCHI.
ZUKI: Soco circular.
MAWAT-TE: Comando do instrutor para os alunos virar.
MENKYU: Sistema de atribuição de Títulos(relacionado a uma arte marcial real)Kakuto Bu-jutsu. Data de 1600 para trás. Não é um sistema de atribuição de “Graus”, pelo modelo militar.
MIENAI: “Eu não pude ver.” Indicação dos juizes auxiliares sobre determinada técnica.
MIGI: Direita.
MIKAZUKI GERI: Pontapé crescente.
MOKUSO: Meditação
MOROTE UKE: Bloqueio aumentando. Um braço apoia o outro com o punho.
MOROTE ZUKI: Perfurando simultaneamente com ambos os punhos. Também conhecido como AWASE ZUKI.
MOTO NO ICHI: “posição original .” Comando do juiz para que os lutadores voltem as suas linhas iniciais.
MUDANSHA: Alunos que se preparam para exame de faixa preta.
MUBOBI: Advertência por descuido com sua própria segurança
N:
NAGARE: Fluxo; fluxo ininterrupto de ki durante a execução de uma técnica.
NAGE: “Aquele que arremessa,” o defensor que aplica a técnica contra o atacante.
NAOTE: Voltar a posição
NEN: Concentração
NUKITE: “Mão de espada”. Ataque desferido com a ponta dos dedos.
NUNCHAKU: Arma Okinawense que consiste em bastões unidos por corda ou corrente. Foi originalmente utilizado pelos Okinawenses como instrumento de colheita para destroçar palha de arroz.
O:
OBI: faixa que prende o uniforme de treino
ONEGAI SHIMASU: “Boas vindas dado ao aluno qundo inicia a prática”
OSAE UKE: Bloqueio ou defasa para baixo.
OSOI: Devagar, lento.
OTOSHI EMPI UCHI: Golpe de cotovelo para baixo.
OTOSHI-UKE: Bloqueio como tetsui, (Jion)
OSAE UKE: Defesa para baixo como TEICHO UKE em forma de pressão, também chamado de SHOTEI OSAE UKE
OYAYUBI IPPON KEN: Junta do dedo polegar.
OYO WAZA: Aplicação da interpretação das técnicas de um KATA, varindo de acordo com as condições do momento.
R:
REI: Respeito, curvar-se abaixo do mais graduado
REIGI: Etiqueta. Manter e buscar sempre a etiqueta formal. Mesmo em uma luta manter sempre a senceridade.
REINOJI DACHI: Base em que os pés forman um “L”
RENSEI: Observar e criticar o desempenho dos competidores num torneio.
RENSHI: “Uma pessoa que dominou a si mesma.” Um especialista das técnicas daquele sistema
S:
SAGARU: Recuar ou desviar-se.
SAGI ASHI DACHI: Igual a GANKAKU DACHI ou TSURU ASHI DACHI.
SAI: Uma arma de Okinawa que é moldada em forma de tridente com o dente do meio maior.
SANBON KUMITE: Luta de três passos.
SANBON SHOBU: Luta de três pontos. Usado em torneios.
DACHI: Postura ou base em forma circular.
SASHITE: Elevando a mão para golpear, agarrar, ou bloquear.
SAYONARA: Adeus, até logo.
SEIKEN: junta frontal da mão formada pela articulação do dedo indicador e anular.
SEIRYUTO: técnica que usa a base do SHUTO, proximo a articulação
SEIZA: Maneira correta de sentar formalmente sobre os joelhos
SEMPAI: O estudante mais antigo.
SEN NO SEM: Atacando no momento exato, não deixando o oponente fazer nada.
SEN SEN NO SEM: Atacando antes dos ataques do oponente. Antecipando-os.
SENSEI: Palavra respeitosa que indica professor. Indica tanto respeito que o próprio professor não0 pode usá-la referindo-se a si mesmo.
SHIAI: Uma luta de uma competição.
SHIDOIN: Instrutor assistente.
SHIHAN: “Mestre” Título dado ao mais antigo ou sábio dos professores. Professor dos professores.
SHIKKAKU: Desqualificação. Expulsão de uma competição.
SANBON.
SHIKO DACHI: base ou posição quadrada. Pés voltados para a lateral. Usado pelo Goju-ryu e Shito-ryu
SHIRO: Branco
SHIZENTAI: posição natural – corpo fica relaxado mas alerta
SHOBU HAJIME: Comando para começar uma prorrogação de luta
SHOMEN: Frente ou topo da cabeça. Também a frente de um Dojo.
SHOTOKAN: Escola de Karate fundada por Gichin Funakoshi.
SHUGO: Juiz principal chama os auxiliares com movimento de braços.
SHUTO: A lâmina da mão. Extensão carnosa que vai do punho ao dedo mínimo.
SHUTO UKE: Defesa com a faca de mão.
SOCHIN DACHI: posição estavel também chamado de FUDO DACHI.
SOKUTO: lateral ou faca do pé.
SOTO (UDE) UKE: Bloqueio ou defesa com a parte de fora do braço.
SOTO YOKO TE: O mesmo que UCHI UDE UKE.
SUKUI TE: O mesmo que SUKUI UKE.SUKUI UKE: Bloqueio ou defesa escavando.
SUWARI WAZA: Técnicas usadas a partir da posição sentado.
T:
TAI SABAKI: Esquiva. Movimento em círculo.
TAIMING GA OSOI: parar a cronometragem.
TATE: Levante-se.
EMPI: Golpe de cotovelo para cima.
TATE URAKEN UCHI: Ataque Vertical com a parte de trás do punho.
TATE ZUKI: Soco Vertical com a outra mão apoiando o braço
TEIJI DACHI: Base ou posição coms os pés formando um “T”
TEISHO UCHI: pancada com a palma da mão.
TEISHO UKE: Bloqueio ou defesa com o calcanhar da mão.
TEISHO YOKO UKE: Bloqueio lateral em kibadachi (Jion)
TETTSUI UCHI: Pancada de martelo KENTSUI.
TOBI GERI: Chute Saltando.
TONFA: Ferramenta de agricultura transformada em arma pelos Okinawenses
TORANAI: “Nenhum ponto”TORIMASEN: “nenhuma técnica pontuavel.” Cancelamento de uma indicação anterior.
TSUKAMI WAZA: técnica de agarrar a arma(arma, perna ou braço)do adversário.
TSUKI: Soco em forma de punhalada
TSURU ASHI DACHI: Posição do Grou, também chamado de GANKAKU DACHI e SAGI ASHI DACHI.
TSUZUKETE: Voltar à luta.
TSUZUKETE HAJIME: “Iniciar uma luta” o árbitro dá um passo atrás em ZENKUTSU DACHI
TUITE: habilidades lutando.
U:
UCHI (UDE) UKE: Bloqueio com a parte interna do antebraço.
UCHI DESHI: Estudante que vive em um dojo. Dedicando tempo integral ao treinamento e as vezes aos serviços pessoais do Sensei.
UCHI MAWASHI GERI: Dentro de um chute circular.
UCHI YOKO TE: O mesmo que SOTO UDE UKE.
UDE: Braço.UKE: Bloqueio ou defesa
UKEMI WAZA: tecnicas de traumatizar.
URA ZUKI: Soco subindo (mão invertida)
URAKEN: Atrás das juntas dos dedos indicador e anular.
USHIRO EMPI UCHI: Golpeando com o cotovelo para tras.
USHIRO GERI: Chute para tras.
W:
WA-UKE: Um bloqueio onde a mão percorre um caminho como se estivese limpando uma parede a sua frente. No final inclina-se a mesma para fora. Defesa usada no kata Shimpa.
WAZA: Técnicas
WAZA ARI: “Meio ponto”
Y:
YAMA ZUKI: Soco em forma de “U”. (Bassai-Daí)
YAME: Pare!
YASSME: Relaxar, repousar.
YOI: preparar
YOKO: Lado.
YOKO GERI KEAGE: Pontapé repentino lateral. Também chamado de YOKO KEAGE.YOKO GERI KEKOMI: Pontapé de punhalada. Também chamado de YOKO KEKOMI.
YOKO MAWASHI EMPI UCHI: Golpeando com o cotovelo para o lado.
YOKO TOBI GERI: pontapé lateral voador.
YORY ASHI: Movimento simultâneo de pés
YOSHI: Continuem! Prossigam a luta!
YOWAI: fraco
YUDANSHA: praticante graduado; faixa preta (qualquer grau)
Z:
ZANSHIN: estado de reserva mental/ espiritual
ZAREI: cumprimento sentado
ZAZEN: meditação sentado
ZENKUTSU DACHI; base avançada. 70% do peso à frente.
ZENSHIN: Posição a frente atento a luta.
ESTILOS DE KARATE
agosto 11, 2009
No karatê há um grande número de estilos e escolas. Os mais conhecidos atualmente são Shotokan, a escola Shotokai, Shorin-ryu, Goju-ryu, Uechi Ryu , Wado-ryu e Shito-ryu. Todos eles criados na primeira metade do século XX. O Kyokushin (“verdade final”) é outro estilo muito popular, apesar de mais recente. Além desses, existem: Shobayashi, Matsubayashi-ryu, Kobayashi-ryu, Matsumura Seito e Matsumura Motobu. Desses se originaram estilos como Chito-ryu, Shorinji-ryu (Kempo) e Shorei-ryu. Outros estilos importantes incluem o Seido, Shudokan, Shukokai, Isshin-ryu e Shindo-jinen-ryu. Alguns mestres do karatê criaram estilos que são a combinação de vários estilos, como o JIKC (Japanese International Karate Center) ou o Kata shubu do ryu.
Assim, é possível relacionar a seguinte lista de estilos:
Chito-ryu
Goju-ryu Seiwakai (não tem relação com o estilo dissidente da kyokushin)
Goju-ryu
Goju-ryu Hakkoku shobukan
Goju-Ryu Seigokan ou Seigokai
Goju-Ryu Goju-Kai
Isshin-ryu
Kenyu Ryu
Kobayashi-ryu
Kyokushin
Kyokushinkaikan
Toshinkai – Fundador: Kancho Yuji Shimizu, faixa preta 8ºdan/Japão
Kuei-Shin – mestre em atividade: Ailton Bichara Grillo (estilo em extinção)
Matsubayashi-ryu
Matsumura Seito
Matsumura Motubu
Rengo-kai – fundador: mestre Luis Kuribara
Seido
Seiwakai – fundador: o brasileiro Kancho Ademir da Costa
Shorin-ryu – fundador: mestre Choshin Chibana
Shorinji
Shindo jinen-ryu
Shitoryu – Fundador: Mestre Kenwa Mabuni
Shobayashi
Shorei-ryu
Shobukan – fundador: mestre Massanobu Shinjo
Shotokan – fundador: mestre Gichin Funakoshi
Shotokai – linhagem de Shotokan desenvolvida por vários discípulos do Mestre Gichin Funakoshi, podendo-se destacar o Mestre Shigueru Egami
Shudokan
Shukokai
Uechi-ryu
Wado-ryu
Jun wa-kan
KenkaRyu
Shidokan
Heik okai
Shinkyokushin
Diogokan
Deai osae
Kenshi kai
Bayakuren kaikan
Randori kai
Sekishinkan